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Instituto do Câncer participa de Congresso sobre Transplante de Medula Óssea

22/08/2017

O Instituto do Câncer Hospital São Vicente esteve representado pela Hematologista Moema Nenê Santos, no XXI Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea, em São Paulo, nos dias 17, 18 e 19 de setembro. O evento abordou temas referentes ao progresso e direções futuras nos Transplantes de Células-Tronco Hematopoiéticas.

A especialista pontua que na oportunidade foram abordados assuntos como as indicações de novos tratamentos nas patologias malignas como Linfomas, Mielomas, Leucemias e Neoplasias Mieloproliferativas, pois atualmente a caracterização de riscos nestas doenças estão implicados em fatores relacionados ao paciente, suas características clínicas associadas a fatores biológicos, genéticos e moleculares. Ainda, ela enfatiza que terapêuticas direcionadas à estimulação do sistema imune de defesa contra estas células malignas, como a terapia celular, onde há estimulação de fatores inerente ao paciente, que em uma correta produção leva a morte de células doentes que serão cancerosas com o passar do tempo, foi outro tema discutido. “No Mieloma Múltiplo, o transplante de medula óssea tem um papel fundamental nos pacientes que são elegíveis a esta terapêutica. Em relação aos Linfomas de Hodgkin, o transplante de medula está indicado em pacientes que não responderam adequadamente ou que tiveram retorno de sua doença, além dos diferentes tipos de transplante, o autólogo, autotransplante e o alogênico, em que necessitamos de um doador, que são avaliados após uso de tratamentos convencionais, imunoterapia e terapia”, informa Moema.

Além disso, ela enaltece que para os Linfomas Não Hodgkin, surgiram novas medicações com imunoterapias de primeira e segunda geração, bem como terapias celulares direcionadas a célula linfomatosa específica, pois são vários tipos de Linfoma Não Hodgkin existentes e o Transplante de Célula-Tronco Hematopoética tem sido direcionados aqueles pacientes em que a doença tem um curso de evolução mais severa. Caso também das Leucemias Agudas e Crônicas, as terapias celulares estão indicadas em alguns casos mas nas Agudas, os transplantes ainda são a indicação.
 

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