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60 crianças participam da 5ª edição do Acampamento da Criança com Diabetes

27/10/2017

O projeto Acampamento da Criança com Diabetes, desenvolvido por meio de uma parceria da Universidade de Passo Fundo (UPF) com o Lions Clube – Distrito LD7 e com o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo, iniciou sua quinta edição nesta quinta-feira, 26 de outubro. O evento conta com a participação de 60 crianças, 60 pais e mais 150 monitores e pessoas envolvidas na organização.

Único no Brasil, o Acampamento é promovido pelo Programa de Extensão ComSaúde, da Universidade de Passo Fundo, em parceria com Hospital São Vicente de Paulo, Lions Clube Internacional, e conta com o apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul. A coordenação do Acampamento é da professora Mônica Krhal, que ressalta que esta edição começou superando as expectativas. “Essa é a maior edição do acampamento, temos mais crianças participando e estamos com a estrutura mais organizada com o apoio das instituições parceiras. Buscamos realizar uma programação repleta de atividades para que essas crianças aprendam a enfrentar a doença e ter uma vida saudável”, destaca ela.

Na manhã dessa sexta-feira, dia 27, as crianças participantes do acampamento realizaram oficina de nutrição e de programação, enquanto que os pais se reuniram para uma oficina de chás. A abertura oficial acontece à noite, no Centro de Eventos, às 19h 30min. As atividades seguem no sábado, 28, com trilha interpretativa no Cepagro e atividades radicais. No domingo, dia 29 de outubro, acontece a 4° Caminhada de Enfrentamento ao Diabetes.

Algumas mães do Instituto de Criança com Diabetes, de Porto Alegre, estão presentes no Acampamento e nos contam suas experiências após o diagnóstico de seus filhos. Janaína Crossa, de Imbé, declara que a maior mudança que ocorreu após isso foi a disciplina com os horários. “Só pode comer a cada duas horas e meia ou três horas [...] No início eles ficam com muita fome, muita sede e muito irritados”, diz Janaína.

Eliane Mota, de Estância Velha, conta que a maior preocupação do seu filho, após o diagnóstico, era com relação aos escoteiros. “Ele perguntou: eu vou poder ser lobinho? E ela (a médica) disse: você vai poder ser o que você quiser. A gente nunca tirou nada e até inserimos atividades [...] O que mudou, só mudou para melhor”, declara.

O motivo da vinda dessas mães ao acampamento são os mais variados. Vão desde agregar conhecimento, dividir sentimentos maternais e promover a interação entre as crianças. “Eles (as crianças) não são únicos. Eles vão conviver com outras crianças que dividem as mesmas situações”, diz Giovana Zever.

Informações: Assessoria de Imprensa UPF e Núcleo Experimental de Jornalismo (NEXJOR)
Fotos: NEXJOR e Gelsoli Casagrande

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