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Grupos de apoio auxiliam pacientes em tratamento oncológico

02/08/2019

  A Radioterapia é um dos tratamentos utilizados no combate ao Câncer. No Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo, diariamente 120 pacientes são atendidos para o tratamento. Para tornar mais tranquila a passagem destes pela terapia, a equipe do Serviço de Radioterapia promove os Grupos de Acolhimento, onde, pacientes, familiares e acompanhantes, têm um espaço para orientação, troca de informações e experiências, com a equipe multiprofissional.

Na Radioterapia os pacientes comparecem diariamente para o tratamento por 10, 20, ou até 50 dias e os grupos auxiliam eles a enfrentar esse momento.
Conforme a psicóloga do Serviço de Oncologia do Hospital São Vicente, os grupos são muito bem aceitos pelos paciente e acompanhantes, pois é um momento onde podem compartilhar as vivências e encontrar apoio para cumprir a jornada. “Os Grupos de Acolhimento são um espaço para os pacientes se conhecerem e entenderem que cada um trata uma parte do corpo, que cada caso é exclusivo e que iremos cuidar cada um em sua individualidade. Também a questão de que, muitos sentimentos são comuns, assim se torna mais leve quando se percebe que os outros também vivenciam uma situação similar”, enaltece a psicóloga, evidenciando que a cada encontro um tema é abordado por um profissional, mas que em todas as reuniões as diferentes especialidades estão presentes para dar suporte. “Os grupos são desenvolvidos por psicólogas, assistente sociais, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos, nutricionistas e enfermeiros e acontecem de forma semanal, quinzenal e mensal conforme o tema abordado”.

Os grupos que estão sendo desenvolvidos no momento são de: acolhimento e orientações ao pacientes e familiares/acompanhantes em início de tratamento; grupo para pacientes que tratam Câncer de Mama; para pacientes que tratam Câncer de Próstata; grupo terapêutico para familiares/acompanhantes; grupo para pacientes e familiares com tumor cerebral e para pacientes que tratam cabeça/pescoço. “A partir das falas dos profissionais e conversas com pacientes e familiares, buscamos desenvolver a auto estima, que pode estar abalada com a doença e o tratamento, fortalecer a vontade do paciente de viver, que aprendam a manejar suas emoções e a lidar com seu corpo e a sentirem-se corresponsáveis pelo seu tratamento e por sua possível recuperação”, completa Fernanda.

Foto: Paciente encontram no grupo um ambiente para troca de informações e uma força para realizar o tratamento (Foto Assessoria de Comunicação HSVP/Caroline Silvestro)

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